Conforme orientações dadas na aula, aqui fica para consulta a estrutura que pretendo para os trabalhos de investigação. O documento não será novidade uma vez que o analisamos na aula, mas espero que seja útil.
Neste segundo período temos estado a trabalhar o Programa Regional de Educação Sexual e Saúde Escolar (PRESSE). Estivemos a estudar a sexualidade, a puberdade, os órgãos sexuais primários e secundários, os sistemas reprodutores masculino e feminino e, nesta última aula, a gravidez, desenvolvimento fetal e parto.
De seguida, é disponibilizado em vídeo que representa em pouco mais de dez minutos, os 9 meses de desenvolvimento do feto. A Natureza é realmente esplendorosa. Veja o processo pelo qual todos passámos e que demonstra a beleza que é a construção da vida humana.
Neste dia 10 de dezembro comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Uma vez que a maior parte das pessoas que nos rodeiam nem sequer sabe quais os Direitos Humanos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, resolvi planificar uma aula que nos permita falar nos pontos mais importantes do documento. Sem dúvida algo que nos deve fazer refletir.
Para começar apresento um pequeno texto escrito por Gilda Carvalho, Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão (Brasil), em dezembro de 2011. É uma boa nota introdutória para o PowerPoint que finalizará a aula.
10 de dezembro é o Dia Internacional dos Direitos Humanos. A data foi instituída em 1950, dois anos após a Organização das Nações Unidas (ONU) adotar a Declaração Universal do Direitos Humanos como marco legal regulador das relações entre governos e pessoas. Com esse ato, mais do que celebrar, a ONU visava destacar o longo caminho a ser percorrido na efetivação dos preceitos da declaração.
Nos trinta artigos do documento estão descritos os direitos básicos que garantem uma vida digna para todos os habitantes do mundo (liberdade, educação, saúde, cultura, informação, alimentação e moradia adequadas, respeito, não-discriminação, entre outros).
A declaração é, nesse sentido, um marco normativo que serve de guia para as condutas de governos e cidadãos. Seus princípios inspiraram e estão amplamente disseminados no arcabouço legal dos mais diversos países, assim como nos inúmeros tratados internacionais que versam sobre o tema.
O Dia Internacional dos Direitos Humanos constitui, portanto, muito mais do que uma data comemorativa. É um dia para a coletividade global relembrar que a garantia efetiva dos direitos humanos – a todos os povos e nações – requer vigilância contínua e participação coletiva. Uma data para reivindicarmos ações concretas de todos os Estados para o cumprimento dos compromissos assumidos com a garantia dos direitos civis, políticos, sociais e ambientais.
Neste 10 de dezembro, encontremos uma reflexão sobre o papel a ser exercido pelo Estado, pelo Ministério Público, pela família e por cada pessoa no avanço e na efetivação das garantias consolidadas pela Declaração dos Direitos Humanos. Essa é uma oportunidade para fazermos um balanço do que os governos já concretizaram em benefício do seu povo e os desafios ainda postos. Uma chamada de atenção para que os países do mundo refundem o compromisso social de, por meio do ensino e da educação, promover o respeito a todos os direitos e fundamentais.