Vamos agora analisar um pequeno artigo que encontrei no site http://www.portal.unimedbh.com.br/ que nos permitirá de forma resumida, mas muito pertinente, analisar todos os riscos inerentes ao tabaco. Espero que seja elucidativo e que vos ajude a perceber realmente o quão importante é se manterem afastados do vício de fumar.
Não há dúvidas. O fumador é o maior prejudicado pelo seu hábito. Em média, ele vive dez anos a menos que um não-fumador. As substâncias introduzidas no organismo pelo cigarro causam danos imediatos e acumulados, prejudicando a saúde global do indivíduo e elevando os riscos de desenvolvimento de diversas doenças. Quanto mais cedo se dá o início do uso de drogas, maior a chance do indivíduo se tornar um utilizador regular e apresentar problemas decorrentes desse uso, na infância e adolescência, com o cérebro ainda imaturo, é maior a probabilidade de ocorrerem atrasos no desenvolvimento e prejuízos cognitivos, com suas respetivas repercussões. A lista de doenças é extensa e assusta. Mas cada item é também um bom motivo para a decisão de largar o cigarro. Quanto mais cedo o tabagismo for abandonado, maior o ganho de saúde.
- Vaso constrição e redução do fluxo de sangue nos tecidos;
- Lesão da camada celular interna dos vasos (endotélio);
- Redução do colesterol bom (HDL);
- Redução da libertação de oxigénio para os tecidos;
- Aumento da acidez do estômago;
- Irritação e inflamação de olhos, garganta e vias aéreas;
- Aumento da produção de radicais livres que lesam as células;
- Aceleração da arteriosclerose.
- A pressão arterial;
- A frequência cardíaca;
- O risco de doenças das coronárias, como angina do peito e enfarte do miocárdio;
- Em três vezes o risco de morte por enfarte em homens com menos de 55 anos;
- Em dez vezes o risco de tromboembolia venosa e enfarte em mulheres que tomam anticoncepcionais;
- O risco de má circulação nas pernas;
- O risco de impotência sexual.
Fumar triplica o risco de derrame cerebral (acidente vascular cerebral), sendo responsável por 25% das ocorrências da doença.
O cigarro contém mais de 40 substâncias cancerígenas que aumentam o risco de cancro:
- de boca, faringe, laringe e traqueia;
- de pulmões – risco dez a vinte vezes maior do que o do não-fumador;
- de esófago, estômago, rins, bexiga e colo de útero, entre outros.
As substâncias presentes no fumo do cigarro agridem os cílios das vias aéreas, dificultando a eliminação de muco e catarro, essencial para o bom funcionamento dessas vias. Além disso, com a idade, o fumo contribui para a queda da capacidade respiratória e para o aparecimento de outros problemas, como:
- tosse, chiado e falta de ar;
- bronquite crónica e enfisema (DPOC) – o fumo é responsável por 90% dos casos e aumenta o risco de incidência em dez vezes;
- distúrbios da voz e rouquidão;
- infecções das vias respiratórias e crise de asma.
Fumar aumenta o risco de rugas prematuras e de celulite e interfere na cicatrização de feridas cirúrgicas.
- Prejudica o tratamento de doenças, como gastrite, úlcera péptica, esofagite de refluxo, angina, insuficiência cardíaca, bronquite, enfisema e asma;
- Aumenta complicações pós–operatórias, especialmente em idosos, obesos e pacientes em tratamento de doenças cardíacas ou respiratórias;
- Inflama gengivas, escurece os dentes e causa mau hálito;
- Aumenta o risco de catarata.
- Aumenta o risco de osteoporose, especialmente após a menopausa;
- Aumenta o risco de infertilidade;
- Aumenta em 39% as chances de desenvolver doenças coronárias e 22% o risco de acidentes vasculares cerebrais quando associado ao uso de contraceptivos orais.
- Aumenta em cerca de duas vezes a chance de abortar, de ter filhos prematuros ou com baixo peso;
- Perder o bebé no período neonatal.




